Agafarma promove Evento de Prevenção ao Diabates

Iniciativa reforçou a atenção e o respeito com o cliente, através de serviços gratuitos,

como teste de glicemia e orientações com farmacêuticos

 

Foto Agafarma / Divulgação

 

Pensando sempre no bem-estar da comunidade, a Rede Agafarma promoveu, neste domingo, a quarta edição do Evento de Prevenção ao Diabetes. A atividade, que contou com uma ampla estrutura,  no Parque Farroupilha, junto ao Monumento ao Expedicionário. Em torno de 3 mil pessoas eram esperadas pelo grupo especializado de farmacêuticos que atuam na Rede.

De acordo com a diretora financeira e responsável pelos treinamentos e cursos que dizem respeito à valorização e ao desenvolvimento do farmacêutico, Janete de Matos, a proposta da iniciativa é “cuidar, com o coração, da comunidade”. Durante o dia, quem passou pelo local conferiu como anda a sua saúde. “O farmacêutico ficou à disposição do público para esclarecimentos e orientações sobre glicemia e pressão arterial.”

Janete destaca a importância da mudança de hábitos, da prática regular de exercícios físicos, de beber bastante água e ter uma alimentação equilibrada. Conforme a diretora financeira da Agafarma, o papel do farmacêutico é tirar as dúvidas do paciente, além de orientá-lo. “Pelo diálogo é possível coletar os dados e, ao fim, fazer um aconselhamento para uma mudança de hábitos ou encaminhamento ao médico”, frisa.

Todos os profissionais no evento integram o Grupo de Farmacêuticos e Educadores (FEA) da Agafarma. “São profissionais diferenciados que atuam na nossa rede, que participam de treinamentos e cursos preparados exclusivamente para o grupo”, ressalta. Segundo o diretor secretário e diretor de Marketing da Agafarma, Jerry Luis Bonatto, uma ampla estrutura recebeu a comunidade. “Foi ao ar livre, com espaço para  as pessoas  sentarem e aguardar o atendimento”, salienta. O profissional ainda reforça o redesenho da marca e o foco em cuidar da comunidade. “Estivemos a postos para orientar e acompanhar todos na Redenção.”

O diretor-presidente da Rede Agafarma, Wilson Galli, aponta que nesse reposicionamento e redesenho da marca, o cuidado e o respeito com o cliente ficaram ainda mais evidenciados. “Esses espaços foram estruturados para esclarecer dúvidas, orientar quem chega até nós. Nosso slogan traduz muito bem nossa proposta e a essência de 21 anos de existência da Agafarma: a de cuidar com o coração”, afirma. O atendimento está à disposição em diversas unidades da rede. O evento que ocorre na Capital contou com o apoio do Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF/RS) e das empresas Accu Chek Roche e Omron.

Diagnóstico é simples e rápido

Um diagnóstico relativamente simples, com um exame de sangue, pode determinar uma vida longa e saudável. Assim é a prevenção do diabetes, doença em que 46% dos diabéticos no país não foram diagnosticados preventivamente, ou seja, 5,7 milhões de pessoas. Um “número assustador”, de acordo com a endocrinologista Suzana Lavigne. “E essa resposta a gente pode ter no teste da ponta do dedo, como esse que será feito pela Agafarma na Redenção”, comenta.

O diabetes pode ser identificado e tratado a partir do diagnóstico precoce. A pessoa deve fazer exames periódicos, ano a ano, para acompanhar a taxa de glicose no sangue. O alerta é quando o açúcar atinge um índice de 126. E as reações do organismo que irão identificar a doença demoram a aparecer. “A pessoa começa a ter sede, emagrecer muito e apresentar um apetite desenfreado, come sem se saciar”, especifica a doutora Suzana.

Ela alerta que quando os sintomas surgem a doença já está em um estágio avançado, podendo resultar em sérias complicações para o paciente. Ainda as infecções vaginais, a candidíase e a infecção urinária, esses dois últimos que aparecem também no homem, podem ser indícios da doença quando manifestados de forma recorrente.

“No diabetes tipo 1, sem o diagnóstico antecipado, a pessoa pode morrer em alguns dias”, explica a médica. Mas, conforme ela, essa tipificação da doença é pouco comum entre os casos. O diabetes encontrado em mais de 90% das ocorrências é o tipo 2. No diagnóstico, ele não é tão agressivo, mas pode apresentar complicações justamente por demorar a aparecer os sintomas.

“No diabetes 2, o pâncreas ainda funciona e não tem autoimunidade envolvida, o que não ocorre no tipo 1, no qual o paciente precisa imediatamente de insulina para equilibrar o nível glicêmico”, explica a endocrinologista. O tratamento passa por medicações até o uso de insulina. “Hoje, as insulinas estão melhores, as agulhas menores e é menor o líquido injetável.”

A alimentação balanceada é uma aliada no combate à doença. “O que se preconiza é a reeducação alimentar. Ela é feita de acordo com o peso, a idade e a função renal do paciente. São mantidas as proteínas, os carboidratos e as gorduras, tudo de forma equilibrada”, indica.

Segundo a doutora Suzana, a obesidade é um dos fatores que pode levar ao diabetes. Outro risco está no histórico familiar. No entanto, a especialista ”passa” a receita certa: “Não se deve esperar pelos sintomas para procurar um médico. Mas, sim, buscar uma análise preventiva, que é rápida, eficiente e de baixo custo”.

 

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